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Governança na Empresa Familiar de Capital Fechado: O que mudou (ou não) em 12 anos.

  • Foto do escritor: Alexis Novellino
    Alexis Novellino
  • 23 de fev.
  • 1 min de leitura

Minha trajetória na governança corporativa ganhou um marco fundamental em 2014, quando colaborei como relator na criação do guia oficial do IBGC para empresas de capital fechado. Naquele momento, o foco era traduzir princípios globais para a realidade pulsante e complexa das sociedades limitadas e por ações fechadas no Brasil.


Hoje, ao revisitar essas recomendações, vejo que a técnica permanece sólida, mas a aplicação exige uma sensibilidade maior. No guia, detalhamos a importância do Conselho de Família para evitar que questões domésticas contaminem o negócio. No meu dia a dia como Consigliere, vejo que esse conselho é, na verdade, o guardião da harmonia.


A governança é o sistema que monitora e incentiva as organizações, mas o que mantém uma empresa familiar viva por gerações é a clareza de propósito, o preparo das próximas gerações e o fortalecimento da confiança entre sócios. Neste sentido, o que escrevemos no capítulo 7 sobre Conflito de Interesses continua mais atual do que nunca. Quando um sócio ou familiar consegue discernir seu interesse particular do interesse da empresa, ele está, na verdade, protegendo o

legado imaterial da sua família.


Este caderno não foi apenas um documento técnico; foi o início de uma reflexão profunda sobre como proteger o patrimônio e, acima de tudo, as relações humanas que sustentam qualquer empresa de sucesso. Clique abaixo para acessar o conteúdo completo do Caderno de Boas Práticas de Governança Corporativa Para Empresas de Capital Fechado.


 
 

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